quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Fim da noite


Pediu-me a noite lúbrica,
sussurrou aos meus ouvidos em tom de súplica
para que eu ficasse, para que ela me fosse a única,
"Me ame como nunca"!
- Eu fico!

Acabo por deitar-me na límpida catividade dos lençóis
Coração ainda em chamas, teu perfume em minhas entranhas.
Lá fora se lamuriam os pássaros da manhã
que não possuíram a lua nem as estrelas, porquanto desconhecem suas artimanhas.

Um comentário:

  1. Acho que já esta na hora de postar algo novo né? já cansei de entrar aqui e ver algo de 22 de dezembro...rs

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